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Perguntas frequentes
Não encontrou a sua resposta? Ligue — respondo pessoalmente.
Consultas e marcações
O tratamento de calosidades dói?
A sensibilidade varia de pessoa para pessoa e conforme a zona. A remoção de calos e calosidades é não invasiva e feita com cuidado. Se sentir desconforto durante a consulta, avise para que o procedimento seja adaptado.
Quanto tempo demora uma consulta?
Normalmente entre 45 e 60 minutos, conforme o que é preciso tratar. Na primeira consulta há sempre um momento de avaliação e de conversa sobre o seu caso.
Como marco uma consulta?
Por telefone, através do 962 319 144, de segunda a sexta, das 9h às 19h (hora de Lisboa).
Atende homens?
Sim. As consultas são para todas as pessoas, com avaliação individual e adaptada às necessidades de cada um.
Faz acompanhamento de pé diabético?
Sim. Faço acompanhamento preventivo regular, com cuidados específicos para pés sensíveis. Informe sempre que é diabético e siga as indicações do seu médico.
O material é esterilizado?
Sim. Todo o material é limpo e esterilizado e o espaço é preparado com rigor antes de cada paciente.
De quanto em quanto tempo devo voltar?
Depende do caso. Há quem precise de acompanhamento mais próximo durante um tratamento e quem venha apenas para manutenção. No final da consulta indico o intervalo adequado para si.
Preciso de levar alguma coisa?
Se possível, venha sem creme nos pés e sem verniz nas unhas. Se for diabético ou tomar medicação regular, traga essa informação — ajuda a adaptar os cuidados.
Calos e calosidades
Sobre o tratamentoA remoção de calos dói?
A sensibilidade varia de pessoa para pessoa e conforme a zona. A remoção é não invasiva e a camada de pele endurecida é retirada com cuidado, sem ferir a pele saudável. Se sentir desconforto durante a consulta, avise para que o procedimento seja adaptado.
O calo volta a aparecer?
Pode voltar se a causa se mantiver — calçado, forma de apoiar o pé ou pontos de pressão. Por isso a consulta inclui sempre conselhos de prevenção e de calçado.
Posso tirar os calos em casa?
Não é recomendado cortar calos em casa nem usar lâminas ou produtos agressivos. O risco de ferida e infeção é real, sobretudo em quem tem diabetes ou má circulação.
Unhas encravadas
Sobre o tratamentoO tratamento dói?
É feito com o máximo cuidado para ser confortável. Pode haver alguma sensibilidade se a zona estiver muito inflamada, e retirar a espícula ajuda a aliviar o desconforto.
O que é a espícula?
É o pequeno fragmento da borda da unha que cresce para dentro e se crava na pele. É ela que provoca a dor, a vermelhidão e, muitas vezes, a infeção. Retirá-la por inteiro ajuda a aliviar o desconforto.
A unha volta a encravar?
Pode voltar se a causa se mantiver — corte da unha, calçado ou a própria curvatura da unha. Quando a unha é muito curva, a órtese ungueal ajuda a corrigir a forma aos poucos.
Posso calçar sapatos a seguir?
Na maioria dos casos, sim. Indico o calçado mais adequado para os primeiros dias e os cuidados a ter em casa.
Órtese ungueal
Sobre o tratamentoA órtese dói?
A órtese é aplicada sobre a unha, sem cortes. Pode sentir uma ligeira pressão nos primeiros dias; se houver dor ou desconforto marcado, fale comigo para ajustar.
Quanto tempo demora?
É um tratamento progressivo, que acompanha o crescimento da unha — normalmente vários meses.
Posso fazer a vida normal com a órtese?
Sim. Pode calçar-se, tomar banho e fazer a rotina habitual. Na consulta explico os cuidados a ter e quando voltar para ajustar.
Fungos nas unhas
Sobre o tratamentoO laser dói?
A sensibilidade varia de pessoa para pessoa. Durante a sessão pode sentir calor na unha; se sentir desconforto, avise para que o procedimento seja adaptado.
Quanto tempo demora a ver melhorias?
A unha do pé cresce devagar, por isso a evolução acompanha-se de forma progressiva, ao longo de vários meses.
Quantas sessões vou precisar?
Depende do grau da infeção e do número de unhas afetadas. Na avaliação explico o plano previsto para o seu caso.
Posso pintar as unhas durante o tratamento?
É preferível evitar o verniz durante o tratamento, para a unha respirar e a evolução poder ser acompanhada. Explico caso a caso.
O fungo pega-se a outras pessoas?
Pode passar para outras unhas e para outras pessoas da casa. Não partilhe toalhas, corta-unhas nem calçado, e use chinelos em balneários e piscinas.
Unhas grossas
Sobre o tratamentoO desbaste dói?
A sensibilidade varia de pessoa para pessoa e depende do estado da unha e da pele por baixo. O trabalho é feito com calma e com instrumentos próprios; se sentir desconforto, avise.
A unha volta a engrossar?
Muitas vezes sim, porque a causa se mantém. Por isso é comum fazer manutenção regular, com o intervalo ajustado a cada caso.
Posso levar um familiar idoso?
Claro. É um dos cuidados mais pedidos por quem já não consegue cortar as unhas em casa. Avise na marcação se houver dificuldade de mobilidade.
Calcanhares gretados
Sobre o tratamentoOs cremes chegam para resolver?
Ajudam muito na manutenção, mas quando a pele já está muito espessa o creme não penetra. Primeiro trata-se a calosidade; depois a hidratação diária faz a diferença.
As fissuras podem infetar?
Sim, as gretas mais profundas podem abrir e infetar. Se tem diabetes, não deixe arrastar.
Pé diabético
Sobre o tratamentoPorque é que um diabético não deve cortar os calos em casa?
Com menos sensibilidade, uma pequena ferida pode passar despercebida e demorar a sarar. É mais seguro deixar o corte de unhas e de calosidades a quem tem técnica e material esterilizado.
De quanto em quanto tempo devo vir?
Depende do estado dos pés. Na primeira consulta avalio e combinamos um intervalo regular de manutenção.
Consulta e manutenção
Sobre o tratamentoO que acontece na primeira consulta?
Conversamos sobre as suas queixas e hábitos, observo os pés com atenção e trato o que for necessário nesse dia. No fim, explico o que encontrei e o que recomendo.
Porque não cortar as unhas em casa?
Pode e deve, se não houver problemas. Mas unhas grossas, muito curvas ou com tendência a encravar pedem técnica — e um corte errado é uma das causas mais comuns de unhas encravadas.